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Porque escolhi ser professor. Como optei por uma profissão e uma missão que objetiva a formação de uma nova geração de acadêmicos e cidadãos cada vez mais conscientes e responsáveis. Posso ser “sonhador”, mas o sonho que me move também alimenta a esperança que me guia. Muito prazer, sou professor. Desde muito cedo acreditei na importância dessa profissão. Ficava encantado com a forma com que meus professores auxiliavam seus alunos a “descobrir o mundo”. Tenho excelentes lembranças das pessoas que compartilharam conhecimento comigo e, sobretudo, que ajudaram na minha formação de cidadão. Isso mesmo, me ajudaram a me tornar um ser humano melhor, pois professor não é quem apenas transfere conhecimento didático, mas é aquele que vê em cada aluno um ser humano! Sinto orgulho em dizer que estudei no CNSF e que nessa instituição pude encontrar pessoas maravilhosas e inspiradoras que um dia me deram aula e serviram de inspiração na escolha da minha profissão. Inspiro-me nessas e em outras pessoas que encontrei em minha vida e tento fazer o mesmo com meus alunos. Sei que além de prepará-los para a formação acadêmica, tenho a grande missão de participar de sua preparação para o “mundo”, e tento a todo instante descobrir métodos que facilitem a aprendizagem, o respeito e o amadurecimento desses jovens. Procuro ouvi-los, respeitar suas limitações, apoia-los nos momentos difíceis, motivando-os na busca da aprendizagem e na realização dos seus objetivos. Por isso entendo que ser professor é uma missão, pois acredito na perenidade desse trabalho, acredito na formação de pensadores que, de alguma forma, contribuirão para a construção de um mundo melhor. Por pensar assim, às vezes sou chamado de “sonhador”, mas é isso que me motiva no dia-a-dia da minha profissão, sei que por meio do meu trabalho posso fazer a diferença e ajudar as pessoas no alcance de seus objetivos, na formação de cidadãos que multipliquem esse pensamento e também contribuam com o próximo e com o mundo!
Richard Araldi Garcia
Professor do Colégio
“NATAL: VIDA QUE NASCE... ...CRESCE, DEVE SER ASSUMIDA, VALORIZADA E DEFENDIDA! Prezados Estudantes, Familiares e Educadores Estamos chegando ao final de mais um ano letivo. Em nosso Colégio, nesta época, temos o salutar costume de refletir, aprofundar, celebrar, vivenciar e também manifestar exteriormente o verdadeiro significado da Festa de Natal, ou seja, o nascimento de Jesus, nosso Salvador. Neste ano de 2013 as celebrações natalinas se revestem de um significado todo especial para nós do Colégio Salvatoriano Nossa Senhora de Fátima, pois ao longo deste ano, celebramos, refletimos e vivenciamos o valor da vida. Natal é essencialmente a festa da vida. “Vida que nasce, cresce e deve ser assumida, valorizada e defendida” por cada um de nós. Para nós cristãos a vida não é uma teoria, não é uma ideia, não é um conceito. Para nós essa vida é o próprio Cristo. Ele mesmo disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida” (Jo14,6). E ainda mais, teve a coragem profética de explicitar o “tipo” de vida que cada ser humano deve ter: “vida em abundância” (cf. Jo 10,10). Vida em abundância significa: dignidade, direitos garantidos, saúde, educação, alimentação, amigos, um lar, uma casa, poder brincar, se divertir, poder sonhar e buscar concretizar os sonhos. O natal nos deve fazer pensar em tudo isso. Na verdade... isso é , verdadeiramente, o Natal. Que possamos preparar o interior e o exterior. Que possamos deixar nosso Colégio, nossas casas, apartamentos, escritórios, lojas, igrejas, nossa cidade visualmente belos, decorados, mas que consigamos deixar, principalmente, o nosso coração e o coração de todas as pessoas sensibilizados e conscientizados da profundidade desta data que é o Natal. De nada valerá todas as nossas manifestações exteriores (decorações, luzes, imagens, exposições) se não acontecer em nós a verdadeira manifestação do Natal, ou seja: estarmos disponíveis para acolher o amor, o bem, a paz, a verdade e a justiça. Pois, Natal é fazer com que estes valores/atitudes possam “nascer”, “crescer” , “permanecer” e se “multiplicar” em nós e a partir de nós, todos os dias. Uma excelente preparação e vivência natalina para todos nós..
Ricardo
Coordenador do Serviço de Pastoral Escolar
A ESCOLA QUE ESCOLHI PARA MEUS FILHOS Julho pode ser mês de férias escolares, mas para muitos pais é o período para fazer a troca do colégio do filho. Uma série de motivos pode levar a isso: mudança de cidade, troca de emprego, nova residência. Isso ocorreu comigo há quatro anos. Meus filhos, depois de seis anos nas salas de aula do Sarapiquá (no Itacorubi) e seis meses em um colégio bem longe daqui, em Rio Grande (RS), voltavam em definitivo para Floripa em plenas férias de julho e, agora, eu morava no Estreito. Um dos critérios para escolher a nova escola para os três (que na época tinham 4, 6 e 8 anos) era a qualidade do ensino e a proximidade de casa, além de saber, é claro, se havia vagas. De acordo com o orçamento, visitei três escolas. E em duas, fui com eles. A distância das duas com a nossa casa era quase a mesma, assim como a mensalidade. A escolha recaiu em um critério muito particular: a filosofia espiritual que meus filhos teriam. Como repórter especializado em Saúde e Educação (nos jornais enquadram essas áreas na Editoria de Geral), já tinha lido muito sobre a falta de limites e de valores perenes em nossas crianças e, atrás de respostas, entrevistado muitos psicólogos e educadores. Uma escola que só preparasse para o vestibular passava longe de minha cabeça. Queria algo muito maior: uma escola que ensinasse para a vida, com valores justos e com a presença constante da oração. E isso eu encontrei no Colégio de Fátima, um estabelecimento administrado por freiras Salvatorianas, mas que está recheado de professores leigos. Eu recordo até hoje a emoção que tive ao ver, pela primeira vez, cerca de 300 crianças (meus filhos no meio) no pátio da escola fazendo a oração antes de ir tranquilamente para dentro da sala de aula. No lugar da sineta ou da sirene, a música e a oração. A escola não é a única responsável pela educação de uma criança. A família tem um papel ainda mais importante, afinal é junto dela que a criança passa a maior parte do tempo. Na escola, a média é de cinco horas por dia. As outras 19 são em casa, junto com pai, mãe, irmãos e amigos. Por isso, é fundamental que família e escola caminhem na mesma direção. E, de preferência, se complementem. Não adianta nada a mesa da casa estar recheada de frutas e verduras se a cantina da escola só vende fritura, doces e embutidos. Sei que não existe a escola ideal. Todas tem algo com que você não concorda. Mas assim é a vida. E assim são as pessoas. O que importa mesmo é acreditar que fez a melhor escolha para o futuro de seus filhos. No meu caso, além de alimentá-los com o conteúdo de Português, Matemática e outras matérias obrigatórias, quero ver os meus filhos evoluindo espiritualmente naquilo em que acredito.
Paulo Scarduelli
pai
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